
14º jogo de Fábio Pereira ao leme, 11ª vitória e manutenção da invencibilidade sob a égide do técnico madeirense para o Vizela! Na deslocação ao terreno do GD Chaves, os minhotos mantiveram o nível a que têm habituado os adeptos e brindaram a numerosa massa de público a si afeta com um triunfo por demais importante (1-2), que significa a manutenção do segundo lugar e o afastamento perante um rival que há duas jornadas constava à frente na tabela da Liga Portugal Meu Super.
Entre duas equipas com alguns dos maiores argumentos na luta pela subida à I Liga, o Vizela apoiou-se no suporte anímico dos 13 jogos que leva imbatível e pautou os ritmos durante quase toda a primeira parte.
Imposição e personalidade: segredos do sucesso
A fazer bom uso dos seus alas - Damien Loppy e Ntolla -, os minhotos apoiaram-se também na já habitual capacidade de Diogo Nascimento em pautar o jogo a partir do miolo. Sem o contributo de Yannick Semedo, Busnic foi parte ativa na boa dinâmica vizelense e a vantagem não tardou a chegar.

Depois de algumas aproximações, Nascimento descobriu a projeção de Ntolla sobre a esquerda, antes do subtil toque de calcanhar de Vivaldo Semedo para o golo pleno de oportunidade de Loppy, surgido ao segundo poste.
Em desvantagem, o GD Chaves reagiu com a portentosa cabeçada de Pelágio à trave da baliza de Ruly no melhor período dos flavienses, mas acabou por ser a equipa visitante a dobrar as contas. Explosivo no um para um com Bruno Nascimento, Vivaldo elevou a contagem num lance em que Rodrigo Moura não ficou isento de responsabilidades.
De face renovada no regresso dos balneários, depressa os Valentes Transmontanos mostraram ao que vinham. Com Tiago Reis melhor alimentado em zonas de finalização, as ameaças não tardaram a surgir. Nem tampouco o golo que acalentou a esperança noutro resultado...
Pouco depois da expulsão de Jean-Pierre Rhyner, a turma transmontana reativou a esperança dos largos milhares de adeptos afetos às suas cores e cabeceou para o 1-2, após serviço de excelência de Carraça.
Galvanizados pelo momento e pela vantagem numérica, os anfitriões mantiveram a toada por mais alguns minutos, mas o segundo amarelo e consequente expulsão de Pelágio esmoreceu tal postura. Daí em diante, o Vizela voltou a ficar mais confortável, ameaçou o terceiro que não se concretizou e os três pontos seguiram, ainda assim, para o Baixo Minho.