
Rodrigo Mora deu uma entrevista à Revista Dragões. Jovem de 17 anos do FC Porto falou sobre vários temas da sua realidade.
Rodrigo Mora abriu o livro à Revista Dragões. Numa entrevista que abordou vários temas, o jovem de 17 anos do FC Porto recordou a estreia a marcar pela equipa azul e branco, em outubro de 2024, diante do AVS SAD:
«Nunca mais me vou esquecer. Foi um golo com alguma sorte à mistura, mas também è preciso às vezes. Foi um dia muito bom, ganhámos 5-0 e isso é o mais importante, mas foi um dia que fica marcado na minha vida», apontou como um dia inesquecível.
Rodrigo Mora falou sobre o primeiro golo no Estádio do Dragão, frente ao Boavista:
«Foi um sonho, porque marcar no Dragão já é uma loucura, mas marcar daquela maneira é ainda melhor. Ouvir o estádio todo o gritar o teu nome era algo que só via na televisão, fiquei mesmo muito contente e grato por aquele momento. De vez em quando vou ver esse golo, pois traz-me sempre um sorriso à cara».
Rodrigo Mora foi questionado sobre como lida com a fama:
«Sou uma pessoa tranquila e já me habituei um pouco, mas às vezes ainda é um pouco difícil. Ainda assim, tendo abstrair-me disso, mas lido com a fama naturalmente».
Quais são as referências de Rodrigo Mora?
«No desporto é o Cristiano Ronaldo, por tudo o que ele já fez por este desporto e pelo grande atleta que é. Na vida, a minha grande referência é o meu pai, pois como foi jogador tenta ajudar-me nesse aspeto e eu tento sempre ouvir os conselhos dele para melhorar a cada dia».
Rodrigo Mora sonha com o título de campeão nacional:
«Gostava de ser campeão nacional, ir aos Aliados é uma coisa especial e é o meu sonho. Por enquanto, esse é o meu sonho. Acreditem em nós, acreditem nesta equipa e no nosso processo. Somos ainda uma equipa jovem, com um treinador jovem, temos uma longa caminhada pela frente, por isso acreditem em nós e nunca deixem de acreditar».
Rodrigo Mora falou sobre Martín Anselmi:
«Tem sido muito bom. É um mister ainda muito novo, mas já sabe muito de futebol. Estamos a gostar muito de trabalhar com ele. Tenta falar com todos, não só a nível individual, mas também sobre as famílias. Ele procura o bem-estar de cada jogador. Acho que melhorei a nível de posicionamento, que foi o que ele mais me deu na cabeça, sobretudo o meu posicionamento quando temos a bola. Por vezes quero mexer-me muito e o melhor é ficar parado. O posicionamento foi o aspeto em que cresci mais».
E a relação com Samu:
«Acho que foi muito por sermos ambos ainda novos e também pelas nossas posições no campo, pois eu jogo a 10 e ele a ponta de lança. Quando tivemos a oportunidade de jogar juntos a titulares isso fluiu».
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