
No V+Fama, desta quinta-feira, 27 de fevereiro, Adriano Silva Martins contou que apesar de ter ganho o direito à casa, nem tudo é ganho! “O socialite poderá ter acesso ao seu apartamento de Manhattan, onde viveu a maioria dos anos de casamento com Betty Grafstein. (…) O que nós sabemos, depois do escândalo que aconteceu esta manhã, à porta do prédio de Manhattan, é que José Castelo Branco pode dizer que sai vitorioso porque vai ter acesso e direito aos bens que estão na casa de Nova Iorque”, começou por afirmar.
“Ele tem de provar…”
“O que não vai ter direito, de momento, é à permanência na casa. Para ter direito à permanência na casa, no dia 7 de março, José Castelo Branco terá de ser ouvido de novo em tribunal e aí, se for a seu favor, fará um novo contrato de arrendamento e terá direito a ser ele o arrendatário desta casa onde viveu com Betty nos últimos 30 anos de casamento. É uma grande vitória”, completou o apresentador.
António Leal e Silva explicou aos telespectadores a situação a nível legal: “Não é novidade, não é nada que não se estivesse à espera porque a lei americana assim o prevê. (…) Esclarecer às pessoas lá em casa: em relação aos bens e à casa com o Roger, com quem ele está em conflito, ficou decidido em tribunal que ele tem direito à casa e aos bens. O que acontece é que dia 7, o proprietário do imóvel – que não é o Roger -, quando ele se dirigiu lá para voltar à casa dele, o proprietário do imóvel entrou com um processo com ele porque diz que ele esteve afastado do imóvel mais de seis meses. Então ele agora tem de provar que não podia estar presente porque estava retido pela Justiça Portuguesa”.
O advogado revela tudo!
“O José está a tratar da questão da casa. E a questão da casa essencialmente passa por demonstrar em tribunal que ele tem direito a voltar para a casa que era morada de família entre ontem e hoje fizemos uma série de requerimentos, diligências, ser ouvido pelo juiz e passo a passo nós estamos a ganhar”, disse o advogado Pedro Nogueira Simões em exclusivo à Nova Gente.
“Hoje é possível ele entrar lá para ver os bens. É uma vitória porque entramos lá e se faltar alguma coisa damos entrada com processo-crime. Dia 7 será ouvido para ter mesmo aqui acesso à casa, porque era a morada de família”, explicou, continuando: “Conseguimos hoje o acesso ao espaço. Vamos ver como porque não temos chaves. Mas o juiz permitiu o acesso do Zé ao espaço para o Zé ver os bens dele e tirar alguns bens e depois no dia 7 de março será discutida a situação de ele voltar para a casa e continuar ele enquanto arrendatário”.
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